Razer DeathAdder V3 Pro: minha experiência com o mouse gamer

Eu já conhecia o DeathAdder há muito tempo, porque o DeathAdder é um dos mouses mais famosos da Razer e a linha do DeathAdder existe desde 2006. Depois de tantos anos e de várias versões, eu fiquei curioso para descobrir o que a Razer mudou no novo DeathAdder V3 Pro.

À primeira vista, o formato ainda parece muito os modelos antigos. Quando eu passei a observar os detalhes, notei que várias coisas mudaram. A mudança mais notável para mim foi a posição do calombo do mouse. No V2 Pro o calombo do mouse ficava mais centralizado. No V3 Pro o calombo do mouse está mais para trás, o que ajuda a apoiar melhor a região entre o meu polegar e o dedo indicador.

A mudança me pareceu interessante. A pegada ficou natural, principalmente para quem usa o estilo palm ou claw. Mas eu percebi que o mouse é mais adequado para mãos médias ou grandes. Eu costumo usar mouses menores e simétricos, então eu levei alguns dias para me adaptar.

Outra mudança foi a construção. O mouse agora tem um design mais simples. O mouse tem USB‑C para carregamento e não tem mais RGB. Também removeram dois botões, então o mouse tem seis botões no total.

As borrachas laterais também não vêm instaladas. A Razer inclui as borrachas laterais na caixa caso eu queira colocar as borrachas laterais depois.

Eu testei a versão branca e gostei muito do acabamento fosco. Mas eu tive o problema que me incomodou. A pintura branca começou a ficar suja e a mostrar marcas nas áreas onde os meus dedos ficam apoiados. Mesmo limpando as mãos com frequência, eu ainda via as manchas depois de pouco tempo de uso.

Na minha opinião, talvez a própria pintura tenha alguma característica que faz o efeito acontecer muito rápido, e eu achei o efeito meio estranho. Quando eu for comprar, eu provavelmente vou escolher a versão preta para evitar o problema da rapidez.

Quando eu olho para a parte de baixo, vejo os pés de PTFE e o botão que liga o mouse e troca entre os DPI configurados. Também percebo que o sensor recebeu uma atualização importante.

O DeathAdder V3 Pro traz o Focus Pro 30K. O Focus Pro 30K chega a 30.000 DPI, o que supera os 20.000 DPI do modelo anterior. Eu notei que a Razer fala que a precisão do mouse é de 99,8% e que o rastreamento melhorou, inclusive nas superfícies de vidro.

Sendo bem sincero, eu não consigo perceber uma diferença grande só por causa desses números. No papel, o algoritmo parece ser mais preciso e mais rápido. Na prática, eu teria que ser muito bom para realmente notar a diferença entre 99,8 % e 99,4 %.

Notei uma diferença bem grande nos novos switches ópticos Gen 3. Os cliques dos switches ópticos Gen 3 são muito bons, bem firmes, e não têm aquele pré‑travel ou pós‑travel que eu sinto em alguns outros mouses. Quando fiz os testes, percebi que os cliques dos switches ópticos Gen 3 são alguns dos melhores cliques que já usei.

Uma outra vantagem dos switches ópticos é que o problema de double click não acontece como nos switches tradicionais. Os switches ópticos ainda são projetados para aguentar até 90 milhões de cliques.

Quando eu jogava, eu gostei muito do desempenho do mouse. O único problema que eu encontrei foi a minha pegada no mouse.

Por causa do formato, eu segurava o mouse inclinado cerca de quinze graus para a esquerda. Eu percebia que o mouse ficava assim sempre. No início, o mouse me atrapalhava um pouco na mira, porque eu estava acostumado a usar mouses simétricos.

Para resolver o problema, eu usei o Raw Accel para compensar a rotação da mira. Eu fiz o ajuste do Raw Accel e passei alguns dias me acostumando ao Raw Accel. Eu percebi que a experiência com o Raw Accel melhorou bastante.

Eu também testei o mouse com 1.000 Hz. Também testei o mouse com o dongle HyperSpeed de 4.000 Hz. Eu percebi que os 4.000 Hz deixaram o mouse um pouco mais rápido. Mas eu fui bem sincero ao dizer que a diferença entre 1.000 Hz e 4.000 Hz não foi grande.

O problema é que os 4.000 Hz gastam muito mais bateria. Nos testes eu percebi a redução de cerca de 75 % na autonomia. Por isso eu prefiro usar os 1.000 Hz.

Bateria normal é excelente. Razer promete cerca de noventa horas de uso. No meu uso eu carreguei a bateria apenas uma vez. Quando eu deixei de testar os quatro mil hertz, a bateria durou duas semanas sem precisar de carregador. O mouse continua funcionando por duas semanas com a bateria sem preocupação.

Na minha experiência, eu achei o desempenho do DeathAdder V3 Pro muito bom. O sensor do DeathAdder V3 Pro funciona de forma excelente. Os cliques do DeathAdder V3 Pro são bem precisos. O mouse do DeathAdder V3 Pro pesa pouco e se sente leve na mão. A bateria do DeathAdder V3 Pro dura bastante tempo.

Mas eu quero deixar bem claro que o formato é o ponto mais importante aqui. Para mim, o formato decide tudo.

Eu gostei muito da sensação de segurar o mouse ergonômico, mas eu ainda prefiro os mouses menores e simétricos, como o Viper e o Pulsar X2 Mini. Por isso, eu ainda acho o DeathAdder V3 Pro um mouse excelente. Mas o formato do DeathAdder V3 Pro não acabou sendo o ideal para mim.

Para mim, não gostei muito das mudanças no formato tradicional do DeathAdder. Eu entendo que a Razer queria melhorar a ergonomia e deixar o mouse mais voltado para o desempenho competitivo. Mas quem já gostava muito do formato tradicional do DeathAdder pode precisar de um tempo para se adaptar.

E tem ainda o preço. Quando foi lançado, o preço era cerca de 150 dólares, ou 165 dólares com o dongle de 4.000 Hz. Eu acho o preço caro.

Eu sei que a Razer colocou o sensor muito bom. O sensor tem os switches ópticos, tem o baixo peso, tem a bateria ótima e tem as tecnologias para os jogadores competitivos. Para mim, 800 reais ainda parece um valor muito alto para um mouse.

Na minha opinião, o DeathAdder V3 Pro é um mouse muito bom. No desempenho, eu não tenho grandes reclamações. O DeathAdder V3 Pro é rápido, preciso, confortável e tem uma bateria muito boa.

Na minha experiência, o formato decide se o produto é bom ou não para mim. Quem tem mãos médias ou grandes e prefere pegada palm ou claw provavelmente vai gostar bastante do produto.

No meu caso, eu já estou acostumado com mouses pequenos e simétricos. Eu tive que me adaptar ao novo modelo, mas ainda não acho que esse formato seja o formato perfeito para mim. Ainda assim, eu prefiro os mouses que eu já conheço.

Depois de testar, eu acho que o DeathAdder V3 Pro é um dos melhores mouses ergonômicos que eu já usei. Eu recomendo que você experimente o formato do mouse antes de comprar. Mesmo que o sensor do mouse, os switches do mouse e a tecnologia do mouse sejam excelentes, se o mouse não encaixar na sua mão, nada disso vai mudar a experiência.

Matheus Cunha é redator profissional, sendo uma referência, formado em jornalismo pela UFPEL, com mais de 10 anos em jornalismo digital. Especialista em otimização para buscadores e SEO. Formado também em Marketing, unindo expertise técnica e editorial para produzir conteúdos reais, precisos e estratégicos. Contato: contato@matheuscunha.com.br

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