Switches de teclado mecânico: qual eu escolheria depois de ver as diferenças

Quando eu comecei a pesquisar o teclado mecânico, a quantidade de switches diferentes me deixou muito perdido. Eu já conhecia os switches Blue, Red, Brown e Black, mas eu não sabia o que realmente mudava entre esses switches. Eu ficava imaginando como cada switch poderia mudar a sensação ao digitar.

Isso se transforma em um problema quando a gente vai comprar o primeiro teclado mecânico. O teclado mecânico vai ficar com a gente por muito tempo. Então a gente sente a dúvida de escolher um switch e depois perceber que eu não gostei da sensação do switch.

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Eu já passei por essa experiência com teclado mecânico. O meu primeiro teclado mecânico foi um Razer BlackWidow com switch Green, que tem uma proposta parecida com o switch Blue tradicional. Depois que eu conheci melhor os switches, eu passei a entender por que as pessoas gostam tanto de um tipo de switch e por que as outras pessoas não conseguem usar outro tipo de switch.

Antes de tudo, eu tive que entender o que é o switch. Essa compreensão foi o ponto de partida.

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Em termos bem simples, a peça fica logo abaixo da tecla e registra cada vez que eu aperto a tecla. Eu encontrei muitos tipos diferentes, mas os quatro tipos mais comuns são Blue, Brown, Red e Black.

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Eu costumo dividir os itens em dois grupos principais. Um grupo reúne os táteis e o outro grupo reúne os lineares. É assim que eu organizo.

Blue e Brown: quando eu sinto a tecla ser acionada

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Na minha experiência, os switches táteis dão uma sensação de resistência ao pressionar a tecla. Os switches táteis fazem a tecla oferecer uma leve resistência quando você pressiona.

Na minha experiência, no caso do Blue, a sensação tátil vem acompanhada de um barulho bem típico. O barulho é o famoso “tec tec” que muita gente reconhece imediatamente como som de teclado mecânico.

Eu gosto bastante do som. Por causa do som, o switch que eu prefiro é o Blue.

Mas eu sei que o barulho não agrada todo mundo, o barulho pode ser incômodo para muitas pessoas.

Quando eu moro com outras pessoas, quando eu divido o quarto ou quando eu costumo usar o computador de madrugada, o teclado com blue pode ser um problema. A força com que eu digito faz o barulho do teclado com blue ficar realmente alto.

Eu acho que o som é legal quando eu uso o som. Mas o som provavelmente não será tão legal para quem está tentando dormir no quarto ao lado.

O Brown já é uma opção mais discreta. O Brown não chama muita atenção, e isso pode ser útil.

O teclado ainda tem o feedback tátil. Eu sinto o instante em que a tecla chega ao ponto de ativação. Para mim, sentir o feedback tátil dá a sensação de que a tecla foi pressionada. Porém, o teclado não tem o clique sonoro típico do Blue.

Por isso, eu quero a experiência tátil e não quero muito barulho. Eu vejo o Brown como uma boa alternativa.

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Eu também acho que o switch é mais útil. O switch serve para quem usa o teclado em várias situações, como jogar, trabalhar e digitar.

Red: Red é leve, Red é rápido e Red é fácil de apertar

Quando eu troco para os switches lineares, a sensação muda bastante. Os switches lineares deixam o teclado mais leve ao digitar.

Na minha experiência, o Red não tem obstáculo no meio do pressionamento. A tecla desce e sobe continuamente.

A sensação que eu sinto é bem diferente dos switches táteis.

Eu percebo que o Red tem uma distância de ativação curta. Por causa disso, o Red acabou se tornando muito popular entre os jogadores, principalmente nos jogos mais rápidos.

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Eu consigo colocar o dedo na tecla e, com um pequeno movimento, registrar o comando na hora.

Eu vejo que a característica também pode virar um problema. A característica pode trazer dificuldades.

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A tecla é leve e não há feedback tátil que avise que a tecla está chegando ao ponto de ativação. Por isso, eu posso acabar pressionando a tecla sem querer.

Um caso assim pode acontecer principalmente enquanto eu estou jogando. Eu costumo deixar os dedos sobre algumas teclas, esperando o momento certo para usar as teclas.

E não é só nos jogos.

Eu sinto que a sensibilidade ao digitar pode fazer eu apertar a tecla sem querer. Quando eu aperto a tecla, as letras aparecem repetidas no texto. Eu também sinto que a força que eu uso na digitação pode tornar a sensibilidade muito incômoda.

Por outro lado, eu acho que o Red é uma opção boa para quem gosta de uma tecla leve e de uma sensação bem linear. O Red oferece essa leveza e essa linearidade.

Black: o Black tem um peso maior e traz uma pegada diferente

O Black segue a mesma ideia linear do Red. Porém, o Black precisa de mais força para ser pressionado.

Na minha opinião, eu vejo a opção como uma escolha mais legal para quem digita muito. Eu vejo a opção como a escolha certa para quem simplesmente prefere sentir mais resistência nas teclas.

Eu percebo que, para quem está acostumado ao teclado de membrana ou para quem nunca usou o teclado mecânico, o teclado mecânico pode ser uma mudança bem grande.

A sensação de pressionar a tecla Black pode ser pesada no começo. Eu sinto que a tecla Black pede mais força, principalmente quando eu já estou acostumado com teclas mais leves.

Por isso, eu não escolheria o switch sem antes ter certeza de que eu gosto de teclas mais resistentes.

Uma coisa que me chamou a atenção é que os switches lineares costumam ser mais silenciosos que os switches táteis. Eu percebi que os switches lineares não têm o clique característico dos switches Blue, e por isso o barulho diminui.

Não se engane. Mas isso não quer dizer que qualquer um dos Red ou dos Black vá ser silencioso.

O Red pode fazer bastante barulho quando eu digito. O Red é leve e não tem aquele ponto de resistência. Por causa disso eu acabo batendo a tecla com mais força no final do percurso.

Então há uma diferença entre não ter o “click” do switch e ter um teclado silencioso de verdade. Na prática, o teclado silencioso realmente não tem o “click”.

A seguir, a contribuição do usuário:

O barulho não depende só do switch

Segue a contribuição do usuário:

Eu achei que essa coisa foi uma das coisas mais interessantes.

Quando vejo alguém dizer que um switch é silencioso, não acho que dá para olhar só o tipo do switch. O switch tem outros fatores que influenciam o barulho.

A forma como eu digito tem muita influência. A forma realmente muda bastante as coisas.

Um Red pode ser mais silencioso porque o Red não tem o clique típico do Blue. Quando eu pressiono as teclas com força, o som da tecla ao chegar ao fundo ainda aparece.

Na minha opinião, o Brown tem um pequeno feedback tátil que ajuda a reduzir um pouco o impacto. Assim, dependendo da situação, o Brown pode ser uma opção mais agradável para quem quer diminuir o barulho sem abrir mão da sensação tátil.

No final, não existe exatamente um switch silencioso só por causa da cor. A cor não faz o switch ficar silencioso.

Aqui segue a contribuição do usuário:

E os switches de marcas diferentes?

Eu tinha uma dúvida. Será que o Blue de uma marca seria totalmente diferente do Blue de outra marca?

Pelo que eu entendi, os switches convencionais costumam copiar as características dos switches Cherry MX.

Um Blue de determinada marca segue a mesma ideia de funcionamento de um Cherry MX Blue. O mesmo acontece com o Red, com o Brown e com o Black. Assim, a sensação de digitar fica parecida.

Segue a contribuição do usuário:
Isso não quer dizer que todos vão ficar exatamente iguais.

Segue a contribuição do usuário:

Para mim, a principal diferença está na força que eu preciso aplicar. Em outras palavras, a força que eu preciso exercer para pressionar a tecla.

Segue a contribuição do usuário:

A diferença entre modelos equivalentes normalmente não é grande, mas a diferença pode aparecer. Na minha experiência, um switch pode ser um pouco mais leve ou um pouco mais pesado que outro switch, mesmo que o switch esteja na mesma categoria.

Por isso não se deve ficar preso só ao nome da cor. O nome da cor pode mudar, mas a cor em si continua a mesma.

Segue a contribuição do usuário:

Depois de usar, eu penso que a adaptação pesa bastante

Uma coisa que eu percebi ao pesquisar e ao usar diferentes switches é que, no começo, as diferenças parecem enormes. As diferenças realmente são muito grandes quando a gente começa a experimentar.

Quando eu passo do Blue para o Red, por exemplo, a sensação muda bastante. Parece que eu estou usando um produto totalmente diferente.

Mas, depois de algum tempo, eu começo a me acostumar. O tempo ajuda a gente a se adaptar.

Eu gosto bastante do Blue por causa do barulho e da sensação que o Blue proporciona. Mas se eu pegar um teclado Red e usar o Red por alguns dias, eu provavelmente me adapto.

Talvez eu sentisse falta do barulho do Blue. O barulho do Blue é uma das coisas que eu mais gosto no Blue. Eu não acho que eu ficaria impossibilitado de usar o teclado.

Eu acredito que isso é importante. Isso vale para quem está escolhendo o primeiro teclado mecânico.

Não tem um switch que seja melhor para todo mundo.

Eu escolhi o switch que combina melhor com a forma como eu uso o teclado. O switch que eu escolhi é o switch que eu uso.

Se eu gosto de sentir a tecla e não me importo com o barulho, eu provavelmente vou gostar mais do Blue. O Blue parece ser a melhor escolha para quem curte a sensação da tecla e não se incomoda com o barulho.

Eu quero sentir uma sensação tátil, mas eu não quero aquele “tec tec” constante. Assim, o Brown faz mais sentido.

Na minha experiência, eu prefiro uma tecla leve e linear. Por isso, o Red costuma aparecer como escolha muito comum.

Eu gosto de uma tecla linear mais pesada. Por isso o Black entra nessa opção.

Mas eu não trataria a situação como uma regra absoluta. A regra pode ser flexível dependendo do caso.

Na minha opinião, hoje eu vejo o switch como algo que depende da preferência pessoal. Eu não acho que o switch seja simplesmente melhor ou pior; o switch é apenas uma escolha que cada um faz de acordo com o que prefere.

Segue a contribuição do usuário:

Eu gosto do Blue porque o barulho e a sensação ao digitar são boas. Mas depois que eu me adaptar, eu provavelmente consigo usar os outros tipos sem grandes problemas.

Por isso, se eu estivesse comprando o meu primeiro teclado mecânico agora, eu vou primeiro descobrir qual sensação eu quero sentir ao digitar. Eu também vou ver quanto barulho o teclado pode fazer no ambiente onde eu uso o computador e se eu costumo apertar as teclas com mais ou menos força.

Depois de terminar, escolher fica bem mais fácil.

E se o teclado tiver Hot Swap, isso é ainda melhor, porque eu não fico preso para sempre à escolha que fiz na primeira compra. Com Hot Swap eu posso experimentar outros switches no futuro e eu posso descobrir na prática qual switch combina mais comigo.

Segue a contribuição do usuário:

No fim das contas, foi isso que eu aprendi: O melhor switch não é sempre o mais rápido. O melhor switch também não precisa ser o mais caro ou o mais famoso. O melhor switch é aquele que eu consigo usar por horas sem ficar pensando que eu deveria ter escolhido outro.

Matheus Cunha é redator profissional, sendo uma referência, formado em jornalismo pela UFPEL, com mais de 10 anos em jornalismo digital. Especialista em otimização para buscadores e SEO. Formado também em Marketing, unindo expertise técnica e editorial para produzir conteúdos reais, precisos e estratégicos. Contato: matheuscunha@creditfinanceiro.com.br

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